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Eficiência no varejo
6 de julho 2017

Eficiência no varejo não é medida só pelo faturamento

O objetivo de qualquer negócio é aumentar as vendas dos produtos ou serviços oferecidos. No varejo, isso não é diferente. Bons gestores estudam e reformulam suas estratégias constantemente para alavancar o faturamento de suas lojas. No entanto, na hora de avaliar o desempenho do estabelecimento, dinheiro no caixa não pode ser o único fator em jogo, nem mesmo o mais importante. Existem uma série de variáveis que são mais relevantes para verificar a eficiência no varejo.

 

 

Loja A X Loja B

 

Para exemplificar melhor essa situação, imagine dois negócios com o mesmo tíquete médio: a Loja A tem um faturamento mensal de R$200 mil em 4 mil clientes (ou notas fiscais), enquanto a Loja B fatura R$150 mil em 3 mil clientes. Se analisarmos somente esses dados, é possível dizer que a primeira está em uma situação mais confortável que a segunda, já que conseguiu vender mais e, consequentemente, faturar mais.

 

Porém, se você soubesse que 40 mil pessoas visitaram a Loja A, enquanto 15 mil entraram na Loja B, a situação não muda? Isso significaria que 10% dos visitantes da primeira se tornaram clientes, ao passo que 20% da segunda efetuaram uma compra. Analisando por esse prisma, é possível dizer que os resultados da Loja B foram melhores, ou ao menos mais eficientes.

 

Com mais dados, é possível ir além: imagine que 400 mil pessoas passaram em frente à Loja A e 100 mil pessoas estiveram  próximas à Loja B. Nesse cenário, 10% das pessoas que passaram pela Loja A foram atraídos por ela, enquanto 15% dos passantes entraram na Loja B. Mais uma vez o segundo estabelecimento mostrou resultados mais interessantes e eficientes.

 

Ou seja, o maior faturamento da Loja A provavelmente se deve muito mais ao local onde ela está situada (que tem um grande número de passantes) do que a uma boa estratégia de campanha, mix de produto ou venda. Assim, o gestor da Loja A tem muito mais o que aprimorar do que o da Loja B, se quiser aproveitar todo o potencial de venda da sua loja.

 

 

Taxa de atratividade e Taxa de Conversão

 

O exemplo acima mostra que o número de passantes em frente à loja e o número de visitantes são dados importantíssimos para avaliar os resultados de um negócio no varejo. Aliando esses dados ao fluxo de caixa, conseguimos medir a taxa de atratividade e a taxa de conversão da loja.

 

Taxa de atratividade: é a porcentagem obtida pela divisão entre o número de visitantes e o número de passantes no entorno da loja. Esse dado vai dizer o quanto sua vitrine é atrativa e se você está convencendo as pessoas a visitarem seu estabelecimento, além de poder avaliar a performance de suas campanhas na atração de público.

 

Taxa de conversão: é a porcentagem obtida pela divisão entre o número de vendas e o número de visitantes. Esse dado mostra se sua equipe de vendas está conseguindo transformar os visitantes em clientes e se o mix de produtos da loja é atrativo. É um indicador muito importante para guiar suas estratégias de marketing e pricing.

 

 

Tecnologia para fluxo de clientes

A essa altura você deve ter percebido a importância de levantar dados que vão além do faturamento. Mas como medir o número de visitantes ou o número de pessoas que passam no entorno da loja?

 

Hoje já existem soluções tecnológicas capazes de monitorar o fluxo de clientes. Por meio delas, é possível levantar esses dados e outros como áreas mais visitadas da loja, tempo de permanência, visitantes recorrentes, entre outras análises cruciais ao seu negócio. Através da Internet das Coisas, a Novidá oferece esse tipo de solução. Saiba mais sobre nosso serviço!

 

Por Fabio Rodrigues, Diretor Executivo da Novidá

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