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Erros
10 de julho 2017

9 erros que você precisa parar de cometer em sua loja

Errar é humano, mas quando estamos no ambiente profissional e insistimos em alguma situação que não está dando certo, o preço costuma ser caro. É o caso do nosso querido varejo. A atividade, por si só, é um grande desafio pois exige do gestor um entendimento macro e micro na relação com fornecedores e clientes finais. É aí que a margem de erro aumenta se você, como varejista, não se ater a alguns fatores dentro da sua loja, podendo até estar cometendo erros sem conhecimento de causa.

 

Você sabe o que vende? Confia 100% na sua experiência de rua na hora de tomar uma decisão? Como você treina os seus funcionários? Só a partir dessas 3 perguntas simples já teríamos muito assunto. E pensando em facilitar o nosso papo aqui no Blog Novidá, elenquei os 9 erros que você precisa parar de cometer em sua loja e mostrar que um pouco de tecnologia e inovação no ambiente físico faz muito bem para o futuro dela.

 

 

Vamos a eles!

 

 

1- Não se importar com a vitrine

É segredo que uma boa vitrine mostra quem você é? Talvez não. Mesmo assim, o cuidado com esse item tão essencial para o processo de vendas ainda não é dos melhores em muitas lojas. Não confunda uma vitrine matadora com um espaço bem montado. O segredo está em entender para qual cliente ela está sendo montada.

 

 

2- Vender o que quer – não o que o cliente deseja

Longe de mim determinar o que é melhor para o seu negócio. De todo modo, vamos combinar, é hora de olhar para quem você oferta um produto ou serviço. Não adianta oferecer algo, mesmo que de qualidade, se o público onde sua loja está quer outra coisa. Olhos e ouvidos abertos são algumas das chaves para reverter o cenário.

 

Além disso, algumas ferramentas de monitoramento em tempo real podem te ajudar a captar informações de quem está na sua loja – um grande diferencial.

 

 

3- Estabelecer as mesmas metas para todas as unidades

Todos queremos expandir. Quando temos essa oportunidade é sinal que o negócio está indo bem. Nesse momento um equívoco frequente acontece: medir o potencial de uma praça e replicar suas metas para todas as demais.

 

Não podemos fazer isso de forma alguma mesmo que a loja ofereça o mesmo tipo de serviço visando um público similar. A localização dela, região da cidade ou país são fatores com poder suficiente para exigir de você como gestor um olhar mais analítico e individual a cada uma das unidades.

 

 

4- Superestimar o Market share

Vamos supor que você atue em um mercado que fatura 1 bilhão de reais. Ok, você é um desses players e a sua estimativa é alcançar 1% de share.

 

Até aqui estamos tratando o mercado como um organismo frio, calculável, mensurável e até palpável. Esquece-se que a concorrência já está a sua espera e que, para ter essa fatia, você terá de trazer reais diferenciais aos consumidores. Nunca despreze disso.

 

 

5- Não dar atenção a acessibilidade da loja

O famoso ponto de venda. Pois é, junto de um Market share bem calculado é um dos itens de maior importância para qualquer negócio físico.

 

Muitas lojas fecham todos os dias por não se ater alguns fatores como por exemplo, se onde a loja está localizada não há transporte público, não seria o caso ter um estacionamento para carros?  Se seu público-alvo tem menor poder aquisitivo e usa frequentemente metrô e ônibus, sua loja pode não estar no local adequado.

 

 

6- Não fazer o pós-venda

Todos queremos vender, óbvio. Contudo, o que é mais vantajoso, captar novos clientes ou fidelizar os já conquistados? Falei sobre esse tema em outro post, por isso repito: busque sempre o equilíbrio.

 

Já há no mercado soluções online – isso mesmo, online! -, de encher os olhos que proporcionam cada vez mais refinar as formas de interação com  clientes. Pense, um sistema de CRM mal gerido, só te trará números e e-mails, uma boa dor de cabeça e nada mais.

 

 

7- Não acompanhar as mudanças de comportamento do consumidor

Ah, você conhece seu consumidor como a palma da sua mão? Eu sei, você tem mais 20, 30 anos de mercado. Sua experiência é mais do que bem-vinda.

 

Mas com a velocidade que o mundo está girando, depender do “feeling” é um risco um tanto quanto alto demais para se admitir. Inove na sua operação, pense o quanto sua performance pode melhorar se aliar tudo o que aprendeu a tecnologias que mensuram melhor que acontece em tempo real na sua loja.

 

 

8- Não responder aos clientes nos canais de comunicação da empresa

Uma venda não se resume a boca do caixa. Por que? É simples, muitos clientes compram de você por admirarem e confiarem no seu serviço. E você acha que esses benefícios são conquistados nos 15 ou 30 minutos que eles ficam na sua loja? Há algum tempo, a tradicional propaganda boca-a-boca fazia toda diferença. Ela ainda é um fator decisivo, mas a sua marca precisa se adaptar para onde os seus consumidores estão – na internet. Mesmo com seu negócio sendo físico é essencial uma boa presença online.

 

Além disso, você deve ser ativo no contato com o público, dependendo do seu tamanho, um trabalho de comunicação mais estratégico, inclusive de aproximação com a imprensa pode criar um círculo virtuoso para sua operação.

 

 

9- Não valorizar os vendedores

Por último e não menos importante. Eles são seu maior ativo, queira você admitir ou não. Ter vendedores preparados para identificar oportunidades sem “forçar a barra” é fundamental.

 

Nada mais desagradável – agora falando como consumidor – do que entrar em uma loja e ser abordado por um vendedor que não entende sua razão de estar ali e por isso pensa no que ele precisa te vender e em suas metas, em detrimento da sua satisfação.

 

Ao criar boas metas, dar subsídios – tanto de conhecimento dos produtos quanto tecnológicos por meio de análises e incentivos a equipe de vendas são inciativas que levarão seus funcionários a outro nível de entrega.

 

 

Como também pertencente do ecossistema varejista – para além do universo ligado a inovação e tecnologia – sei bem o quanto é duro olhar para todos esses pontos e corrigi-los. Te proponho dar o primeiro passo rumo a uma nova maneira de enxergar o varejo, já que essas não são dificuldades intransponíveis, mas meios fundamentais para você pertencer ao varejo do futuro.

 

Por Fabio Rodrigues, Diretor Executivo da Novidá

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